Não percebo tanto alarido com o frio. Não é suposto no Inverno, em pleno Fevereiro, estar frio? Antigamente não havia frio? Vivemos num tempo em que tudo vira notícia de última hora. Preocupante é mesmo quem não tem onde se aquecer. E a chuva que teima em não aparecer. Parece que já estou a imaginar as notícias no Verão.
01 Fevereiro 2012
e passou
E, ao contrário do ano passado, Janeiro passou sem deixar mossa. Quando dei conta estava no fim. Este ano, até gostei de fazer anos.
29 Janeiro 2012
gelados
Acábamos a tarde na gelataria a comer a sobremesa antes mesmo do jantar. Existirá algum gene para a gulodice?
azul
Aterrámos em Santos, à procura do Museu da Marioneta. Esperava-nos esta dança em tons de azul. Sem palavras. Apenas, uma saia onde se enfiavam dois corpos, que ora se imitavam, ora competiam, ora se divertiam juntos. Um tapete de água, umas quantas pedras e uma almofada azul. Foi lindo e elas ficaram vidradas durante 45 minutos. No final, ainda receberam o livro escuro e claro, para poderem ir guardando as suas memórias do que vão vendo, imaginando e criando.
28 Janeiro 2012
27 Janeiro 2012
my hair and my office
Pois aquilo que era difícil de fazer e exclusiva a dias de espectáculo, agora tornou-se uma coisa em três passos rápidos. Tudo graças à M., a minha personal stylist, que só não descobre o que ainda não foi inventado. Um donut para fazer o carrapito. Thanks sister!
22 Janeiro 2012
brincar aos teatros
Fomos lá para assistir a um teatro, mas desse pouca história e sumo fica. Fraco, muito fraco. Valeu pelo passeio no parque, pelo Palácio de Monserrate e sobretudo, pela companhia da Tia M. e da prima M. Ainda conseguimos desviar a prima para nossa casa e antes do almoço, fui dar com elas a brincar aos teatros. A história era outra, mas para alguma coisa serviu a viagem.
20 Janeiro 2012
boletim meteorológico
Cheira-me que vamos ter Inverno lá para Abril e Maio. É que se agora estamos na Primavera, elas devem ter decidido trocar de posições. Falo da capital do rectângulo, porque por essas terras fora, pelo menos de frio já se me queixaram. Agora água que é boa, nada.
19 Janeiro 2012
17 Janeiro 2012
uma pergunta sem qualquer interesse
Ainda temos TV?
É que há tanto tempo que não a ligo, que não sei se ainda funciona. Mesmo assim, imagino qual é a palavra com maior frequência de produção nos telejornais e outros programas de suposto interesse público.
É que há tanto tempo que não a ligo, que não sei se ainda funciona. Mesmo assim, imagino qual é a palavra com maior frequência de produção nos telejornais e outros programas de suposto interesse público.
16 Janeiro 2012
12 Janeiro 2012
11 Janeiro 2012
10 Janeiro 2012
felicidade ao cubo
Foi mesmo bom este almoço. Num dia cheio de sol, rodeada de três das pessoas que mais gosto e com a barriga assim aconchegada, só podia estar feliz, muito feliz. Obrigada Papás.
PS- Era tudo bom, mas a Avelã ao cubo, o que dizer? Dos céus!
F65
Ao acordar para mais um dia de muito sol, recebi dois pequenos embrulhos iguais. Não fazia ideia do que continham. As miúdas que os tinham embrulhado, acho que também ainda não tinham percebido bem a excitação do Pai, com tão pequeno e esquisito presente. Dois rolos para a nossa velhinha F65! A nossa fiel e imprescindível companheira durante os primeiros cinco anos desta viagem. Há cinco anos, o desejo de fotografar sem parar, uma barriga que crescia e a certeza que não nos iríamos controlar mal essa semente viesse germinar cá para fora, levou-nos a trocá-la por uma D50. E acabou-se a magia da espera e da incerteza. Ganharam-se outras coisas.
Mas, agora que a prima mais moderna, está lentamente a falecer (esperemos que tenha cura), o Pai decidiu oferecer-me a possibilidade de voltar a disparar à antiga. Ultrapassada a dúvida inicial, sobre se ainda sabia meter o rolo, disparei para a primeira. A mim própria, para me lembrar que no dia dos meus trinta e três anos, voltei a fotografar sem conhecer o resultado final. Que prazer.
Hoje será a minha companhia e a minha memória futura.
08 Janeiro 2012
07 Janeiro 2012
chinesises
Seguimos o caminho dos guardas-chuvas para encontrarmos um restaurante chinês que, pelo que nos tinham dito, servia comida chinesa verdadeira. O Pai que não gosta de chinesises de nenhuma espécie foi de orelha torcida, mas foi convencido pela qualidade e diversidade da comida. A A. achou piada aos pauzinhos, mas o garfo teve que dar uma ajuda. Eu gostei muito da comida e do chá a acompanhar. Afinal nem tudo o que nos vendem como chinês o é verdadeiramente. Assim, vale a pena. Experiência a repetir, até porque a mais velha não nos acompanhou desta vez.
06 Janeiro 2012
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